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Taxa de juros ao consumidor tem sétima queda consecutiva, aponta a Anefac

Com a nova queda, o juros cobrados do consumidor passou de 142,20% ao ano para 141,93%, sendo a menor taxa desde dezembro de 2015 no Brasil

Com a nova queda, o juros cobrados do consumidor passou de 142,20% ao ano para 141,93%, sendo a menor taxa desde dezembro de 2015 no Brasil

Brasil Econômico

A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) informou nesta segunda-feira (10) que os juros das operações de crédito tiveram redução no mês de junho. Segundo a associação, essa é a sétima queda consecutiva dos juros e o resultado pode ser atribuído à expectativa de que a taxa Selic tenha outros cortes ao longo deste ano.

O balanço da Anefac sinalizou que, de seis linhas de crédito pesquisadas dias tiveram alta em suas taxas de juros, sendo essa aplicada no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial. Em contrapartida, quatro linhas de crédito tiveram suas taxas de juros reduzidas no mês, sendo eles: os juros do comércio, CDC-bancos-financiamento de veículos, empréstimo pessoal-bancos e empréstimo pessoal-financeiras.

Com a variação, a taxa de juros média para o consumidor apresentou queda de 0,01 ponto percentual em junho e de 0,27% ponto percentual no ano. No mês a taxa recuou 0,13% ao passar de 7,65% para 7,64%. Ao ano, a queda é mais perceptível já que passou de 142,20% ao ano para 141,93%. Segundo a Anefac, esse é a menor taxa de juros ao consumidor desde dezembro de 2015.

As empresas, ou pessoas jurídicas, todas as linhas de crédito pesquisadas foram reduzidas no mês de junho. A queda no mês foi de 0,03 ponto percentual e de 0,58 ponto percentual ao ano. Como resultado da redução, a taxa de juros ao mês passou de 4,53% para 4,53% e ao ano de 70,17% para 69,59%, sendo a menor taxa de juros desde fevereiro de 2016.

Futuro
Em análise feita pela associação e pelo o diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a flexibilização do Banco Central frente a sua política monetária – iniciada com os cortes na taxa básica de juros começaram a surtir efeito.

Tendo em vista a melhora das expectativas quanto á redução da inflação bem como na melhora fiscal deveremos ter novas reduções da taxa básica de juros o que reduz o custo de captação dos bancos possibilitando novas reduções das taxas de juros nas operações de crédito.
“Entretanto, considerando-se o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência por conta da recessão econômica em curso, bem como o desemprego elevado, isto aumenta igualmente o risco de novas elevações das taxas de juros aos consumidores seja pessoa física ou jurídica”, afirmou o porta-voz da Anefac.

Fonte: Portal iG - Brasil Econômico









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