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Com novo corte de juros pelo BC, poupança vai ganhar de fundos

Aplicação renderá mais que investimentos com taxa de administração igual ou superior a 2% ao ano

O corte de 0,75 ponto percentual que o Banco Central deve anunciar nesta quarta-feira na Taxa Selic, que deve cair para 7,5% ao ano, fará a caderneta de poupança ganhar competitividade na comparação com fundos de investimento de renda fixa. A tradicional aplicação vai bater todos os fundos com taxa de administração igual ou superior a 2% ao ano em qualquer prazo, segundo cálculo da Anefac, associação que reúne executivos de finanças.

Segundo regra estabelecida em 2012, quando a Selic está em 8,5% ou menos, a poupança rende o equivalente a 70% dos juros básicos mais Taxa Referencial (que é quase zero). Assim, um novo corte reduzirá sua rentabilidade. Mas ela ganha competitividade com relação a fundos de investimentos que acompanham de perto a Selic, como os fundos DI, que, além de perderem com cortes, cobram taxas de administração e imposto de renda com alíquota de até 22,5% para resgates de até seis meses.

De acordo com a Anefac, com a Selic em 7,5% ao ano, a poupança terá rendimento mensal de 0,43% ao mês. Esse retorno é maior que o de fundos que cobram taxa de 2% ao ano ou mais em qualquer prazo de resgate. Os fundos que cobram 1,5% ao ano só batem a inflação para aplicações de mais de dois anos e, mesmo assim, a diferença é mínima (rentabilidade líquida de 0,44% ao mês). Nos fundos que cobram 1%, o investimento vale à pena para período acima de 1 ano. Só os fundos que cobram 0,5% ao ano de taxa - que são difíceis de encontrar no varejo - batem a poupança em qualquer prazo de resgate.

"Quanto á rentabilidade das cadernetas de poupanças mesmo com a redução da Taxa Básica de Juros (SELIC) elas vão continuar se destacando frente aos fundos de renda fixa pelo fato que não pagam imposto de renda nem taxas de administração. Este fato deverá provocar em reduções nos custos das taxas de administração dos bancos para não perderem clientes", escreveu Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Anefac, em relatório.

— O resultado dessa dinâmica é que muita gente com boa educação financeira acaba indo para a poupança porque, além da rentabilidade parecida, ela oferece liquidez (disponibilidade do dinheiro a qualquer momento) — observou André Perfeito, da Gradual Investimentos.

Fonte: Época Negócios






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